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	<title>comportamento &#8211; Superhar</title>
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	<description>Soluções em RH &#124; Belo Horizonte</description>
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	<title>comportamento  | Superhar</title>
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		<title>Boas práticas para empresas que querem atrair mais mulheres para áreas técnicas e liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SupeRHar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:37:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, a presença feminina em cargos de liderança e em áreas técnicas tem avançado, mas ainda de forma gradual. Em setores como engenharia, tecnologia e operações industriais, a participação das mulheres segue abaixo do potencial disponível no mercado. Mais do que uma pauta de diversidade, ampliar essa presença tornou-se uma decisão estratégica. Estudos [&#8230;]]]></description>
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<p>Nos últimos anos, a presença feminina em cargos de liderança e em áreas técnicas tem avançado, mas ainda de forma gradual. Em setores como engenharia, tecnologia e operações industriais, a participação das mulheres segue abaixo do potencial disponível no mercado.</p>



<p>Mais do que uma pauta de diversidade, ampliar essa presença tornou-se uma decisão estratégica. Estudos de organizações como o Movimento Mulher 360 mostram que empresas com maior equilíbrio de gênero em posições decisórias apresentam ganhos em inovação, qualidade de decisão e sustentabilidade dos resultados.</p>



<p><strong>Mas como transformar essa intenção em prática?</strong></p>



<p>Nossa experiência em processos seletivos e projetos de desenvolvimento de lideranças mostra que atrair mais mulheres para áreas técnicas exige ajustes estruturais que vão desde o desenho das vagas até a governança das decisões.</p>



<p>1. O desenho das vagas influencia quem se sente convidado a participar</p>



<p>Um dos primeiros pontos de atenção está na forma como as oportunidades são descritas. Perfis excessivamente rígidos, linguagem pouco inclusiva e exigências que não são realmente essenciais podem restringir o público candidato.</p>



<p>Boas práticas incluem:</p>



<ul><li>Priorizar competências essenciais em vez de listas extensas de requisitos;</li><li>Utilizar linguagem acessível e objetiva;</li><li>Destacar oportunidades de desenvolvimento e carreira;</li><li>Explicitar o compromisso com ambientes diversos e inclusivos.</li></ul>



<p>Quando o desenho da vaga é mais claro e orientado a resultados, amplia-se o alcance e aumenta-se a diversidade do pipeline.</p>



<p>2. Comunicação estratégica amplia o alcance de talentos</p>



<p>Além do conteúdo da vaga, o canal e a forma de divulgação também fazem diferença. Empresas que desejam atrair mais mulheres em áreas técnicas costumam:</p>



<ul><li>Diversificar canais de recrutamento;</li><li>Participar de iniciativas voltadas para mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, sigla em inglês);</li><li>Compartilhar exemplos internos de lideranças femininas;</li><li>Reforçar políticas de desenvolvimento e flexibilidade.</li></ul>



<p>Essa comunicação sinaliza, de forma concreta, que a organização está preparada para receber e desenvolver esses talentos.</p>



<p>3. Estruturar a tomada de decisão reduz vieses</p>



<p>Mesmo com pipelines diversos, a decisão final pode ser impactada por vieses inconscientes. Por isso, a governança do processo seletivo é fundamental.</p>



<p>Algumas práticas que contribuem:</p>



<ul><li>Critérios objetivos e padronizados de avaliação;</li><li>Entrevistas estruturadas com perguntas equivalentes para todos;</li><li>Participação de mais de um avaliador;</li><li>Comparação baseada em competências e resultados.</li></ul>



<p>Esses cuidados não reduzem o rigor técnico. Ao contrário, tornam a análise mais consistente e transparente.</p>



<p>4. Indicadores ajudam a acompanhar a evolução</p>



<p>Empresas que avançam de forma consistente no tema costumam monitorar indicadores ao longo do processo, como:</p>



<ul><li>Percentual de mulheres no pipeline;</li><li>Presença feminina em fases finais;</li><li>Taxa de contratação;</li><li>Retenção após 12 meses;</li><li>Evolução para posições de liderança.</li></ul>



<p>Esses dados permitem identificar gargalos e ajustar a estratégia de forma contínua.</p>



<p>5. Ambiente e cultura sustentam a permanência</p>



<p>Atrair é apenas parte do desafio. A permanência depende de um ambiente que favoreça o desenvolvimento. Programas de mentoria, trilhas de liderança e políticas de flexibilidade têm se mostrado eficazes para fortalecer a trajetória feminina em áreas técnicas.</p>



<p>Além disso, lideranças comprometidas com a diversidade contribuem para uma cultura mais aberta, colaborativa e orientada a resultados.</p>



<p><strong>A visão da Superhar</strong></p>



<p>Na Superhar, entendemos que ampliar a presença feminina em áreas técnicas e posições de liderança não é apenas uma pauta de diversidade, mas uma decisão estratégica de gestão.</p>



<p>Como destaca Perciliana Lacerda Vidal, diretora da Superhar:</p>



<p>“Quando estruturamos processos com critérios claros e decisões fundamentadas, ampliamos o acesso a talentos e fortalecemos a qualidade das escolhas. Atrair mais mulheres para áreas técnicas e liderança não significa flexibilizar exigências. Significa garantir que as competências sejam avaliadas com rigor e sem barreiras artificiais.”</p>



<p>Empresas que avançam nesse movimento ampliam perspectivas, fortalecem a inovação e constroem equipes mais preparadas para os desafios do futuro do trabalho.</p>



<p>Mais do que um objetivo de diversidade, trata-se de aprimorar a qualidade das decisões e tornar a gestão de pessoas ainda mais estratégica.</p>



<p>E, como em qualquer transformação consistente, o caminho começa com método, clareza e intenção.<br><br>Fonte: <a href="https://movimentomulher360.com.br/artigos/ampliar-diversidade-genero-contratacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Movimento Mulher 360</a>, <a href="https://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Vieses_inconscientes_16_digital.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONU Mulheres</a>, <a href="https://hbr.org/2016/04/how-to-take-the-bias-out-of-interviews" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Harvard Business Review</a>, <a href="https://www.shrm.org/topics-tools/news/inclusion-diversity/how-to-build-inclusive-hiring-practices" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Society for Human Resource Management</a> e <a href="https://www.mckinsey.com/featured-insights/diversity-and-inclusion/women-in-the-workplace" target="_blank" rel="noreferrer noopener">McKinsey &amp; Company</a></p>
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		<title>O início de uma carreira é também uma decisão de negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SupeRHar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 15:26:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Programas de estágio e trainee são, muitas vezes, vistos apenas como porta de entrada para o mercado de trabalho. No entanto, quando bem estruturados, eles representam algo muito maior: uma estratégia consistente de formação de talentos, fortalecimento organizacional e construção de futuro. Para os jovens, esses programas funcionam como uma transição qualificada entre teoria e [&#8230;]]]></description>
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<p>Programas de estágio e trainee são, muitas vezes, vistos apenas como porta de entrada para o mercado de trabalho. No entanto, quando bem estruturados, eles representam algo muito maior: uma estratégia consistente de formação de talentos, fortalecimento organizacional e construção de futuro.</p>



<p>Para os jovens, esses programas funcionam como uma transição qualificada entre teoria e prática. Para as empresas, são instrumentos sustentáveis de renovação, inovação e sucessão.</p>



<p><strong>O início que molda trajetórias</strong></p>



<p>O estágio oferece aprendizado prático durante a graduação, permitindo que o estudante compreenda a dinâmica real das organizações, desenvolva competências comportamentais e construa sua identidade profissional.</p>



<p>Já o programa de trainee vai além. Ele é desenhado para acelerar o desenvolvimento de profissionais com alto potencial, preparando-os para posições estratégicas e de liderança, com desafios progressivos e maior exposição à tomada de decisão.</p>



<p>Ambos oferecem algo essencial no início da carreira: experiência estruturada, networking qualificado e oportunidades reais de crescimento.</p>



<p><strong>O valor estratégico para as empresas</strong></p>



<p>Do ponto de vista organizacional, programas de estágio e trainee não devem ser tratados como iniciativas operacionais ou de curto prazo. Eles são, quando bem conduzidos, uma estratégia de médio e longo prazo.</p>



<p>Entre os principais benefícios para as empresas estão:</p>



<p>Pipeline de talentos e retenção</p>



<p>A identificação precoce de profissionais promissores permite a formação de um banco interno de talentos, reduzindo riscos em futuras contratações e fortalecendo a sucessão.</p>



<p>Inovação e novas perspectivas</p>



<p>Jovens talentos trazem conhecimento acadêmico atualizado, familiaridade com novas tecnologias e questionamentos que desafiam modelos consolidados. Isso oxigena o ambiente organizacional.</p>



<p>Cultura e alinhamento</p>



<p>Ao ingressarem ainda em formação, esses profissionais podem ser desenvolvidos de acordo com o DNA da empresa, fortalecendo a aderência cultural e a retenção no médio prazo.</p>



<p>Custo-benefício e sustentabilidade</p>



<p>Programas estruturados permitem formar talentos internamente, reduzindo custos futuros com recrutamentos externos e diminuindo riscos de desalinhamento.</p>



<p>Fortalecimento de marca empregadora</p>



<p>Empresas que investem na formação de jovens profissionais constroem reputação sólida e atraem perfis qualificados que buscam desenvolvimento consistente.</p>



<p><strong>A importância da estrutura</strong></p>



<p>A existência de um programa, por si só, não garante resultados. O diferencial está na estrutura.</p>



<p>Sem critérios claros, acompanhamento próximo, mentoria qualificada e experiências reais de aprendizado, o programa se torna apenas formalidade.</p>



<p>Um modelo estruturado envolve:</p>



<ul><li>definição clara de perfil e competências esperadas</li><li>trilhas de desenvolvimento</li><li>acompanhamento contínuo</li><li>avaliações consistentes</li><li>integração com a estratégia do negócio</li></ul>



<p>É isso que transforma uma oportunidade inicial em formação estratégica.</p>



<p><strong>A visão da Superhar</strong></p>



<p>Na Superhar, entendemos que programas de estágio e trainee não são iniciativas de volume, mas decisões estruturais.</p>



<p>“Selecionar jovens talentos é assumir responsabilidade sobre o início de uma trajetória profissional e, ao mesmo tempo, sobre o futuro das organizações que os recebem. Não tratamos estágio como preenchimento de vaga. Tratamos como construção de base. Um programa estruturado exige critério, leitura cultural e clareza estratégica. É isso que garante que a decisão de hoje sustente resultados amanhã.” Perciliana Lacerda Vidal – Diretora da Superhar</p>



<p>Nossa atuação parte da premissa de que tecnologia pode apoiar etapas preliminares, mas é na análise comportamental, na leitura de cultura e na aderência ao contexto organizacional que está o verdadeiro diferencial.</p>



<p>Formar talentos exige método. E método exige maturidade.</p>
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		<title>Dia da Mulher: como decisões em recrutamento e seleção abriram espaço para mais mulheres em áreas estratégicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SupeRHar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 17:12:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, as discussões sobre diversidade de gênero deixaram de ser apenas temas de datas comemorativas e passaram a integrar a agenda estratégica das organizações. No Brasil, a combinação entre compromissos públicos, pressão da sociedade e evidências de que times diversos geram melhores resultados levou muitas empresas a repensarem seus processos de recrutamento e [&#8230;]]]></description>
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<p>Nos últimos anos, as discussões sobre diversidade de gênero deixaram de ser apenas temas de datas comemorativas e passaram a integrar a agenda estratégica das organizações. No Brasil, a combinação entre compromissos públicos, pressão da sociedade e evidências de que times diversos geram melhores resultados levou muitas empresas a repensarem seus processos de recrutamento e seleção.</p>



<p>Ao celebrar o Dia Internacional da Mulher, vale olhar para trás e reconhecer que a presença crescente de mulheres em posições de alta liderança, conselhos de administração e áreas críticas de negócio não é fruto do acaso, mas de decisões conscientes tomadas ao longo de décadas. É nesse contexto que a Superhar, com 30 anos de atuação em projetos de recursos humanos, tem apoiado organizações a transformar R&amp;S em um verdadeiro motor de equidade.</p>



<p><strong>Princípios globais, impacto local</strong></p>



<p>Em 2010, a ONU Mulheres e o Pacto Global lançaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs), que orientam empresas de todo o mundo a estabelecer liderança comprometida com a igualdade de gênero, tratar homens e mulheres de forma justa no trabalho, promover o desenvolvimento e medir seus avanços.</p>



<p>No Brasil, esses princípios foram traduzidos e contextualizados, com exemplos práticos para apoiar empresas na revisão de políticas de RH, comunicação e cadeia de valor. Ao aplicá-los ao recrutamento e seleção, organizações passam a olhar com mais atenção para o desenho das vagas, a divulgação das oportunidades, a composição das shortlists e os critérios usados nas decisões finais.</p>



<p><strong>Decisões de R&amp;S que mudam trajetórias</strong></p>



<p>A experiência da Superhar em centenas de projetos ao longo de 30 anos mostra que pequenas mudanças em R&amp;S podem ter grande impacto na carreira das mulheres. Entre elas: ampliar o mapeamento de mercado para incluir intencionalmente candidatas mulheres, revisar descrições de vagas para reduzir vieses, diversificar bancas entrevistadoras e estruturar critérios objetivos de avaliação.</p>



<p>Em um dos processos conduzidos pela consultoria, a definição de uma shortlist obrigatoriamente diversa permitiu que uma profissional com sólida experiência técnica, que antes não seria considerada por vias tradicionais de indicação, assumisse uma posição estratégica. Em outro caso, a flexibilização de exigências não essenciais e a valorização de competências transferíveis abriram caminho para que uma gestora se desenvolvesse até chegar próxima ao conselho de administração do cliente.</p>



<p><strong>Metas de diversidade e resultados concretos</strong></p>



<p>A adoção de metas de diversidade de gênero vem crescendo entre companhias brasileiras, impulsionada tanto por movimentos voluntários quanto por exigências regulatórias e de mercado. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por exemplo, aprovou dispositivos que estimulam empresas listadas a eleger ao menos uma mulher e uma pessoa de grupos sub-representados para conselhos ou diretorias, ou justificar a ausência dessa diversidade.</p>



<p>Paralelamente, levantamentos recentes mostram que, embora ainda exista sub-representação feminina em conselhos e diretorias, algumas organizações já atingem ou se aproximam de 50% de participação de mulheres em seus boards e na alta liderança, indicando que metas claras e monitoradas podem gerar avanços significativos. Esses resultados reforçam a importância de alinhar recrutamento, sucessão e desenvolvimento a objetivos concretos de equidade.</p>



<p><strong>O papel da Superhar nessa jornada</strong></p>



<p>Desde 1995, a Superhar atua como parceira de empresas no desenho e na condução de projetos de recrutamento, seleção e gestão de talentos, com foco especial em posições estratégicas. Ao longo de 30 anos, a consultoria integrou práticas inovadoras de mapeamento de mercado, avaliação comportamental e fit cultural, buscando sempre alinhar as decisões de contratação às necessidades de negócio e à evolução da sociedade.</p>



<p>Nesse caminho, muitos processos conduzidos pela Superhar contribuíram para que mulheres assumissem papéis-chave em clientes de diferentes setores, da liderança de áreas críticas à participação em fóruns de governança. Ao celebrar o Dia da Mulher, a empresa renova o compromisso de apoiar organizações que desejam transformar suas decisões de recrutamento e seleção em oportunidades reais para que mais mulheres ocupem espaços de poder e decisão.</p>



<p>Decisões de R&amp;S nunca são neutras: ou reforçam o status quo, ou criam novas possibilidades. Ao adotar princípios claros de equidade, metas de diversidade e processos estruturados, empresas brasileiras já demonstram que é possível avançar na participação feminina em posições estratégicas.</p>



<p>Neste 08 de março, o convite é para que líderes e profissionais de RH revisitem suas práticas e se perguntem: nossos processos seletivos estão abrindo espaço para que mais mulheres liderem? Se a resposta ainda não for um “sim” consistente, a hora de ajustar o rumo é agora. A Superhar está pronta para caminhar junto nessa transformação.</p>



<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" href="https://exame.com/bussola/dia-da-mulher-10-praticas-de-empresas-para-ampliar-a-equidade-de-genero/" target="_blank">Exame</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pactoglobal.org.br/weps/" target="_blank">Pacto Global</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ey.com/pt_br/agencia-ey/noticias/cvm-exige-empresas-aumentem-diversidade-alta-lideranca" target="_blank">EY</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/10/cresce-numero-de-mulheres-nos-conselhos-de-administracao-no-brasil/" target="_blank">Forbes</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.onumulheres.org.br/referencias/principios-de-empoderamento-das-mulheres/" target="_blank">Onu Mulheres 1</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cartilha_WEPs_2016.pdf" target="_blank">Onu Mulheres 2</a>, <a href="http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2021/09/WEPs_Startups_Toolkit_POR_BRA_2021_WinWin.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Onu Mulheres 3</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://gcene.com/onu-mulheres-brasil/" target="_blank">Grupo Cene</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ba.gov.br/mulheres/sites/site-spm/files/migracao_2024/arquivos/File/Publicacoes/Cartilha_PrincipiosdeEmpoderamentodasMulheres_SPMBA_ONUMulheres_PactoGlobalRedeBrasileira.pdf" target="_blank">Governo da Bahia</a></p>
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		<title>A lacuna comportamental: quando saber fazer não é o suficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SupeRHar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 13:16:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nunca tivemos acesso a tanto conhecimento. Cursos, certificações, especializações e habilidades técnicas se multiplicam em velocidade acelerada. Ainda assim, algo continua falhando dentro das organizações, e não está relacionado à falta de competência técnica. Está relacionado à forma como as pessoas se comportam, se comunicam e se relacionam. É nesse ponto que surge a lacuna [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nunca tivemos acesso a tanto conhecimento. Cursos, certificações, especializações e habilidades técnicas se multiplicam em velocidade acelerada. Ainda assim, algo continua falhando dentro das organizações, e não está relacionado à falta de competência técnica. Está relacionado à forma como as pessoas se comportam, se comunicam e se relacionam.</p>



<p>É nesse ponto que surge a lacuna comportamental: o espaço invisível entre o que o profissional sabe fazer e a maneira como ele convive, colabora e constrói relações no ambiente de trabalho.</p>



<p>Não adianta dominar processos, ferramentas e estratégias se o comportamento fragiliza as relações. Quando a comunicação é truncada, o respeito é negligenciado, o ego se sobrepõe ao coletivo e a escuta deixa de existir, o conhecimento perde força. O desempenho até pode aparecer no curto prazo, mas dificilmente se sustenta.</p>



<p>Dados recentes reforçam essa realidade. Um estudo realizado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) apontou que cerca de metade das demissões ocorridas em 2024 tiveram como principal motivo questões comportamentais, e não falhas técnicas. A pesquisa evidencia um alerta importante: profissionais estão sendo desligados não porque não sabem executar, mas porque não conseguem conviver.</p>



<p>Dificuldade de trabalhar em equipe, resistência a feedbacks, conflitos constantes, baixa inteligência emocional, falta de responsabilidade relacional e comportamentos tóxicos têm pesado mais do que lacunas técnicas. Afinal, habilidades podem ser ensinadas. Postura, maturidade emocional e ética relacional exigem consciência e disposição para mudança.</p>



<p>Essa lacuna também se manifesta no dia a dia das equipes. Estudos sobre gestão de pessoas mostram que comportamentos inadequados corroem relações de trabalho, minam a confiança e comprometem o clima organizacional. Não por acaso, pesquisas apontam que uma parcela significativa dos profissionais considera seus colegas de trabalho difíceis ou emocionalmente desgastantes, um sinal claro de que o problema não está apenas na execução, mas na convivência.</p>



<p>Quando relações são frágeis, o impacto é coletivo. A produtividade cai, o engajamento diminui, a criatividade se retrai e o ambiente se torna defensivo. Líderes tecnicamente excelentes podem fracassar por não saberem escutar. Talentos promissores podem se perder por não conseguirem lidar com diferenças, frustrações ou limites. Equipes competentes podem adoecer por falta de diálogo e segurança psicológica.</p>



<p>Fechar a lacuna comportamental exige um movimento consciente das organizações e das pessoas. Exige investir em desenvolvimento humano, fortalecer a cultura organizacional, preparar lideranças e criar espaços de diálogo real. Exige compreender que comunicação, empatia, responsabilidade emocional, ética e colaboração não são habilidades complementares, são competências centrais para a sustentabilidade dos negócios.</p>



<p>O trabalho não é apenas um espaço de entrega. É, antes de tudo, um espaço de convivência. E nenhuma entrega se sustenta quando as relações estão deficientes.</p>



<p>Talvez o grande desafio do mercado hoje não seja formar profissionais mais qualificados tecnicamente, mas pessoas mais conscientes do impacto que seus comportamentos geram todos os dias. Porque conhecimento abre portas, mas é o comportamento que define se elas permanecem abertas.</p>



<p>Fonte: <a href="https://cbncuritiba.com.br/materias/metade-das-demissoes-em-2024-foram-causadas-por-questoes-comportamentais-aponta-estudo-da-puc-pr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CBN</a>, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/metade-das-demissoes-em-2024-foi-causada-por-questoes-comportamentais" data-type="URL" data-id="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/metade-das-demissoes-em-2024-foi-causada-por-questoes-comportamentais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a>, <a href="https://oportunidades.go.gov.br/observatorio/estudo-revela-que-metade-das-demissoes-em-2024-foi-causada-por-questoes-comportamentais/2025/09/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oportunidades.gov</a>, <a href="https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/Gestao-de-Pessoas/noticia/2022/07/15-comportamentos-que-destroem-relacoes-de-trabalho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista PEGN</a>, <a href="https://forbes.com.br/carreira/2024/08/85-das-pessoas-tem-colegas-de-trabalho-irritantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Forbes</a></p>
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